terça-feira, 22 de junho de 2010

Recomeçando

Depois de uma viagem maravilhosa é hora de voltar para a realidade e enfrentar os problemas que aqui ficaram. No trabalho, mudança forçada de área, meu contrato terminou na sexta-feira retrasada, mas como havia uma oportunidade em outra área consegui ser realocada e hoje voltei a trabalhar depois de uma semana tensa e cheia de incertezas. Do lado pessoal, as coisas estão um pouco mais difícil, fico muito triste em dizer que meu noivado acabou. Tá certo que não havia casamento, nem filhos, então é um pouco mais simples, mas nem por isso mais fácil ou menos dolorido. Qualquer rompimento deixa marcas e levaremos um tempo para nos recuperarmos. Eu gosto muito do Sandro e não queria que ele sofresse, mas estávamos chegando no ponto que juntos estávamos pior do que separado.

No meio de toda esta turbulência a corrida me ajudou a me manter serena, pelo menos durante a corrida (rs), continuei treinando cedo, vendo o sol nascer e isto realmente foi uma benção. A retomada do treinamento está sendo devagar e então não tive problemas em completá-los apesar dos problemas.

Um novidade foi alteração das faixas de frequência, depois do exame espirométrico feito em abril, a faixa de 80% aumentou bastante e agora correr acima de 80% e voltar para 75% vai ficar mais difícil. Mas que venham os desafios, afinal de contas, o bom da vida é conseguir ultrapassá-los.

No sábado corri perto da hora do almoço, como estava quente e seco e eu já estava com rinite, quase que não consigo completar os míseros 8km. Desidratei, a fc subiu e eu terminei o treino me arrastando.

Na segunda-feira não treinei, fiquei com medo de passar mal novamente. Fui ao médico, estou sendo medicada e já estou melhor da rinite, vamos ver se amanhã consigo correr. Como o tempo está frio, provavelmente terei que correr na esteira para não arriscar uma recaída. Eu detesto isto, mas fazer o que amanhã será esteira ou nada.....rs rs rs

domingo, 13 de junho de 2010

Companheirismo

Aconteceu tanta coisa nestas ultimas semanas, Iron Man, Livro Operação Portuga, GP Runners, cada um valeria um post, mas vi que todos estavam interligados todos giravam em torno do mesmo tema: companheirismo.

No IronMan este clima predominava, meus amigos estavam com a família e os dias que antecederam o Iron foi de total descontração e amizade. No dia da prova, percebi que este sentimento era geral, os paraguaios davam um show a parte, cada um de seu país que passava eles vibravam como se o atleta estivesse em primeiro lugar. Entre os atletas até podia existir competitividade, mas acho que ficou restrito aos primeiros colocados, a grande maioria queria terminar e a família e amigos torciam e vibravam a cada volta. No final a emoção, muitos cruzavam a linha de chegada com o “kit família”, esposa/marido, pais, filhos amigos. Alguns chegavam tortos e se arrastando e o público presente os incentivava e eles conseguiam seguir até a linha de chegada. Enfim, uma grande festa afinal um Iron não é obtido apenas pelo atleta, é necessário envolvimento/comprometimento da família durante o período de treinamento e cruzar a linha de chegada é uma vitória de todos. Parabéns aos campeões, Flavio, Sandro Maga, Sandro Viti, Zé e Vagner Bessa, pela conquista do IronMan 2010!
Na viagem de ida para Porto Alegre, antes da Maratona comecei a ler Operação Portuga, mas só retomei a leitura e terminei quando já estava em Florianópolis. Inicialmente o livro parece despretensioso, falando de uma brincadeira, de um simples desafio, 3 atletas tentando bater o tempo do Portuga. Mas este é apenas um pano de fundo para a verdadeira história, história de amizade, de companheirismo, de gesto nobre. Terminei o livro chorando e sempre que me lembro da história começo a chorar. Foi uma grande homenagem e um registro de que laços de amizades perduram para sempre. Ficou curioso? Leia o livro e se emocione também.


Por fim, sexta-feira passada, dia de GPRunners. Demorei para fazer inscrição, pois achei que estaria cansada e não daria para correr, tinha dúvidas se seria legal. Ainda bem que fiz a inscrição, pois rever amigos que já conhecia e conhecer pessoalmente outros que só conversava pelo blog foi demais. O clima de companheirismo, amizade dominaram a prova. Não havia clima de competição, mesmo entre o Gerrit e o Rodrigo que travaram uma chegada digna de final dos 50m na Olimpíada. Corri com o Carlos e a Isabel, sendo que ela parou nos 5km. Na segunda volta, conhecemos o Guilherme, corredor de BH, que gentilmente tirou e me mandou as fotos do evento. Cruzado a linha de chegada, chegou a hora do encontro no Pão de Queijo, bate papo e foto para registrar o momento. Visitamos depois o stand do QRX, encontrei o campeão de 5km da prova que foi extremamente gentil e permitiu que pudéssemos ver o troféu e ainda tirar foto.

Novo encontro está sendo marcado, agora na Maratona de Revezamento do Pão de Açúcar. Vai ser uma farra!

Nunca imaginei quando comecei a fazer este blog e posteriormente a acessar outros blogs, incluindo o Blog Correria, que conheceria tantas pessoas, pessoas com histórias e objetivos diferentes, mas todos girando em torno de um único tema, a corrida. Dei muitas risadas e também me emocionei com alguns posts. Tive o prazer que conhecer alguns pessoalmente como no caso do Júnior e outros só converso via comentários. O incentivo e ajuda que vem dos amigos virtuais do blog é impressionante e este clima de companheirismo envolve a todos e nos faz acreditar que o ser humano pode ser melhor.

Agradeço a todos os amigos que durante estes meses me acompanharam e compartilharam comigo a conquista da minha Primeira Maratona.

Bom, vou parar por aqui, pois se continuar a escrever, vou começar a chorar....Prometo próximo post mais divertido e menos sentimental. rs rs rs rs

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Maratona de Porto Alegre




Peço desculpas aos amigos pelo atraso no post sobre a maratona, mas tirei uma semana de ferias em Florianópolis e não havia computador disponível para atualizar o blog.

Bem agora eu posso dizer, sou MARATONISTAAAAAAA e ainda sub 4horas, completei a maratona em 3:58, chorando e muito feliz.

O final de semana começou com a chegada, no Sábado, em Porto Alegre, no avião vários atletas e também alguns músicos, afinal estava viajando conosco o Chris Brown. Só me dei conta que havia gente famosa, quando vi uma garotada no saguão de desembarque gritando para qualquer pessoa que passasse.
Meus queridos amigos Igor e Priscila foram me esperar no aeroporto, fazia quase 4 anos que não os via e fiquei muito emocionado em encontrá-los. Do aeroporto fomos pegar o kit e havia uma fila imensa que dobrava o quarteirão. Após uma espera de quase 40 minutos, kit entregue e rumo ao hotel. Este foi o único ponto negativo de toda a organização, o local para retirada do kit era uma loja pequena e a chegada de atletas de outras cidades causou um certo tumulto.

O Sábado foi de encontros, almocei com uma outra amiga, Simone e conheci seu filhinho Filipe.A noite segui o conselho de amigo e fugi do jantar de massas e jantei com o Igor e a Pri no Barra Shopping, o novo Shopping da cidade.

Até que dormi bem apesar da ansiedade, acordei as 5:00, tomei café as 5:30 e 6:15 já estava indo para a largada. Como o hotel era próximo, o caminho até lá serviu de aquecimento. Estava friozinho, afinal ainda estava escuro, pois o amanhecer em Porto Alegre ocorre mais tarde do que em São Paulo (por volta das 7:00), mas a previsão era que o tempo iria esquentar durante a manhã, não havia previsão de chuva e a temperatura na largada era de 18°C.

A largada feminina era 7:00 e a masculina as 7:15. Isso mesmo, não havia elite feminina, todas as meninas largavam antes dos homens e isso foi legal, pois pela primeira vez fiz uma largada sem atropelo e pude curtir o nascer do sol correndo. No começo não havia público e a medida que corríamos, a distância entre as meninas começou a aumentar.

Os homens so começaram a nos ultrapassar lá pelo km 4, passou um atleta do Acrimed acelerado, em seguida vinha um pelotão com atletas do cruzeiro e com o Adriano Bastos. Conforme os homens iam nos ultrapassando pude sentir o que é correr maratona abaixo de 3 horas.

Inspirada no Livro, Operação Portuga, que vim lendo no avião, acelerei no início, passei os 10km em 55min e os 18km em 1:39 e a metade da prova em 01:56. A partir daí, disse para mim mesma que a prova tinha acabado de começar, o sol apareceu e a temperatura aumentou, chegando a quase 24°C. Neste instante achei que iria ter problemas, pois nas margens do Guaíba, não existe sombra, contudo, os deuses estavam do meu lado, havia um vento frio que soprava e fazia a temperatura corporal esfriar. 

A hidratação ao longo da prova, foi um capítulo a parte, havia muitos postos de água e isotônico, a organização levou freezer para as ruas e a água estava sempre gelada, em todos os postos consegui pegar isotônico e se você pedisse eles ainda davam a garrafa para você. Havia sempre cerca de 10 a 14 pessoas distribuindo água, com isso, você não precisa diminuir a velocidade para pegar o copinho.

Passei os 25km em 02:18 e os 30km em 02:46, neste intante comecei a sentir os primeiros sinais de cansaço. Também fiquei ansiosa, pois estávamos indo beirando o Guaíba e sabia que tinha de voltar, mas não via sinal de retorno. O cansaço comecou a bater no km 32 que passei em 02:57, 3 minutos abaixo do treino que fiz na maratona de SP. Neste momento sabia que se corresse perto dos 6:00, o sub-4 horas estava garantido.

No km34, tive finalmente a noção que estávamos voltando e que agora era voar para casa e neste momento, tudo começou a doer (perna, lombar, pé,..) e tudo incomodava, queria arrancar frequencimetro, cinto de hidratação, boné e agradeci por não estar correndo de óculos. A partir deste instante, lembrei dos meus treinos de perna cansada e forcei meu corpo a continuar correndo apesar de ser um pouco mais lento (por volta de 6:15), com isso passei o km 35 em 03:15.

No km 38 a visão era feia, havia muita gente parando, andando, com dor, mas estava em frente ao estádio Beira Rio e sabia que logo estaria em casa. Quando vi o Anfiteatro Por do Sol, sabia que tava chegando e a placa de 42km foi uma benção, aumentei o ritmo e fui contornar a rotatória, havia muita gente assistindo e torcendo e consegui achar na multidão os meus amigos Igor e Pri.

Quando olhei para o relógio da chegada, foi uma surpresa, vi que ele marcava menos de 4 horas, comecei a chorar e cruzei a linha de chegada com 3:58.

Mas meu dia não terminou aí, fui para a casa da Priscila, pois havia um churrasco em comemoração ao aniversário de casamento dos pais dela. Foi uma delícia, comi muita carne, muito doce e dei boas risadas.

Fotos Meia Maratona Corpore e Maratona de SP

Anderson e Edu, dois amigos que tive a honra de conhecer durante as provas e posso dizer que já se tornaram meus amigos queridos. Ambos tiraram fotos durante a meia da Corpore e a Maratona de SP e ficaram tão legais que fiz a seleção abaixo. As fotos que estou de rosa é da Maratona de SP e de laranja da Meia da Corpore. O de amarelo é o Marcelo, mais conhecido por Paraguaio ou Presidente .
Obs.: Reparem no termômetro atrás de mim e do Marcelo na maratona de SP, isto é temperatura para maratona????

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Tá chegando a hora....

Queridos amigos, a hora da verdade se aproxima, não há mais nada a ser feito a não ser descansar, arrumar a mala para viajar e controlar a ansiedade...rs

Fui ao nutricionista pegar a estratégia de alimentação para a corrida. Nada muito diferente do que fiz nos treinos, apenas acertos de quantidades.

Com a mudança de tempo, peguei um resfriado, fui ao médico no sábado e pedi a ele que desse um jeito, pois em 7 dias estaria correndo uma maratona. Bem, tomei uma injeção que doeu pra caramba, mas resolveu meu problema, hoje já não sinto mais nada. Só estou um pouco dopada, por causa do efeito do remédio.

Bem com relação ao treino, quarta-feira com todo aquele frio fiz 6 de 1km, sendo 1 fraco e 2 medio. O médio fiz ritmo maratona a fim de não forçar.

Na sexta-feira, o frio tinha diminuído, mas o dia começou com uma garoa. Como já não estava me sentindo bem, resolvi não arriscar e corri na esteira. Eram 8km, sendo 3km em 75%, 3km em 80% e 2km em 85%. Para não ficar monótono fiquei variando a inclinação entre 0%, 0,5% e 1%.

No sábado o longo era de 15km e com isso comecei o treino mais tarde, mas acabei pegando sol e calor, o que fez a fc subir e por conseqüência o ritmo cair. Mas foi um bom treino, corri na Braz Leme e Campo de Marte e no final fiquei com gostinho de quero mais.

Depois da maratona (dia 23) ficarei uma semana em Florianópolis, pois no domingo seguinte, irei assistir o IronMan. Tentarei atualizar o blog com notícias, mas não prometo, pois tudo dependerá do acesso à Internet que terei nos hoteis. Assim pode ser que eu só consiga atualizar o blog depois do dia 31/05.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Xô TPM

Sei que estou atrasada na publicação do post, mas como meu amigo Augusto (blog Vamos correndo) disse, esta semana precisava ser apagada. Tive problemas no trabalho, em casa, o HD do meu notebook “quebrou” e eu não tinha backup e ainda por cima uma TPM que me deixou deprimida. Tudo bem que choro por qualquer coisa, mas esta semana se olhassem para mim eu já estava chorando. Contudo, junto com o meu aniversário (foi dia 09) tudo passou, o sol brilhou e estou bem novamente.

Quando o Orlandinho mandou a planilha eu achei que iria ser terrível, pois o longão de sábado era de 32km, mas para meu espanto, depois de tudo executado vi que foi moleza.

Na segunda não saí da cama, pois depois da Maratona de SP tive dificuldades para dormir. Na terça o cenário se repetiu, mas eu acordei cedo e fui fazer musculação, afinal de contas não posso matar treino de musculação faltando algumas semanas para a prova.

Na quarta, finalmente meu sono voltou e o treino foi tranqüilo era 6 de 1,5km a 85%.

Na sexta o frio já estava começando a chegar e havia uma neblina que deixou o amanhecer no campo de Marte simplesmente maravilhoso, embora estivesse muuuuuuito frio. O sol surgia no horizonte grande e dourado e a neblina próximo ao solo encobria parcialmente a vegetação. Para ajudar o helicóptero Águia Dourada da Record levantava vôo naquela hora. Bem, voltando ao treino eram 8 de 1km, sendo 1 a 75% e 1 a 80%, um treino leve para curtir a manhã.

No sábado, novamente peguei trânsito na Dutra e desta vez fiquei parada por 1 hora, detalhe que o causador do trânsito era a mesma obra de 15 dias atrás e fiquei me xingando por ser burra e não ter aprendido a ir pela Trabalhadores. Daí, em vez de iniciar as 7:00, acabei começando a correr as 8:00. Mas o bom Deus ajudou, com a frente fria chegando tivemos 4 estações em algumas horas, fez sol, calor, ventou, choveu, ficou nublado. O treino era 20km ritmo prova, seguido por 12 de 1km a 85%. Os 12 de 1km finais foram no mínimo engraçados, a perna doía tanto, a coordenação motora foi tão afetada, que eu parecia uma pata desengonçada correndo. Quando terminei fiquei muito feliz, pois agora sim o treinamento chegou ao pico e a partir de agora é diminuir o volume e controlar a ansiedade.

Volume Semanal: 50,5km

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Maratona de SP

Esta semana foi marcado pelo pico do treinamento, a partir de agora, o volume irá começar a baixar, afinal de contas o dia 23 está chegando.

A semana começou complicada, meu joelho ainda doía muito depois do treino de sábado, mas com a corrida e os alongamentos na segunda-feira ele começou a melhorar.

Na quarta-feira o treino era 6 de 1km a 90%. Desta vez, comecei o primeiro km mais devagar e fui subindo a velocidade, com isso não me desgastei muito.

Daí na quinta-feira foi dia de musculação, como não fiz na terça, por causa de compromissos de trabalho, não podia faltar. O treino está pesado, mas foi bom pois meu joelho praticamente não doeu.

O duro foi correr na sexta-feira com a perna dura por causa da musculação, eram 4 de 2km a 85%, mas depois do aquecimento ficou mais fácil e consegui completar o treino sem problemas.

Sábado foi dia de folga pois domingo era dia de Maratona de SP. Fazia tempo que não tinha folga no sábado e foi muito bom dormir sem ter hora para acordar.

Bom domingo amanheceu com um friozinho gostoso, mas o sol já aparecia e sabíamos que aquele frio não duraria muito e que correríamos embaixo do sol forte. As 7:15 estávamos no Ibirapuera, o Marcelo (Presidente) deixou o carro lá e eu esperei um amigo de Santos chegar, pois estava com o kit dele. Bem depois do kit entregue fomos para a largada na Ponte estaiada, chegamos lá por volta das 8:00. Encontrei Elio, Gerrit e Rodrigo do Blog Correria, sendo que os 2 últimos eram debutantes no mundo da maratona. Encontrei também o Alan, meu anjo da guarda e fiquei feliz de saber que ele estaria de bicicleta nos auxiliando.

Quando foi dada a largada foi uma muvuca total, era muita gente cada um num ritmo, já que ninguém respeita o setor de largada por ritmo. Fiquei bastante apreensiva com toda aquela agitação, com medo de tropeçar em alguém ou de alguém me empurrar, mas assim fomos até a separação dos 42km com os 10km. A partir daí ainda tinha gente, mas a muvuca diminuiu e conseguimos começar a impor nosso ritmo.

O Marcelo partiu comigo para não forçar muito no começo, mas daí ele foi ficando até a metade da prova, cruzamos os 21,1 em 2:02. A partir daí, ele acelerou e eu continuei no meu pace, algo em torno de 5:50; passei pela raia da USP rezando para não sofrer na Politécnica e quando passei pela chegada dos 25km deu uma vontade de ficar por lá, mas enfim não dava e continuei a minha trajetória. Lá pelo km 26 acabei iniciando uma conversa com o Luiz (numero7762), ele me contou sua história e sua companhia me ajudou a ultrapassar a temível Politécnica. Ainda neste caminho eu encontrei o Zé que estava começando a andar, mas desistiu da idéia e nos acompanhou até o km 32. Despedimos do Luiz que mais tarde soube que cruzou a linha de chegada com 4:10.

Bem cheguei no km32 após 3:05, inteira e com a certeza que conseguiria terminar os 42195. A mudança do percurso realmente ajudou, pois com exceção da Politécnica, até ali, quase todo o caminho era arborizado e a pedreira do percurso realmente ficou para depois da saída da USP.

Para terminar como mudei meu planejamento e não voltei para pegar o ônibus do pessoal que correu 25km, tentei pegar táxi, mas como não consegui achar um e tive que andar da USP até o Largo da Batata, quando finalmente passou uma boa alma que me levou de volta ao Ibirapuera.
 
Volume Semanal: 50,4 km